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Love, Death & Robots Vol. 2 Episódio 3: Esquadrão de Extermínio – Final Explicado

por | maio 19, 2021 | Notícias, Séries

Love, Death & Robots Vol. 2 Episódio 3: Esquadrão de Extermínio – Final Explicado

Love, Death & Robots Vol. 2 Episódio 3: Esquadrão de Extermínio – Final Explicado

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No futuro, a humanidade tendo descoberto o segredo da imortalidade, sacrificou sua necessidade em ter filhos.

Neste mundo, os humanos superaram a morte e agora têm um procedimento em vigor que concede ao usuário uma vida longa e não natural. Os indivíduos ainda podem morrer de feridas, mas não de envelhecimento, o que os torna efetivamente imortais.

Love, Death & Robots Vol. 2 Episódio 3: Esquadrão de Extermínio possui um ambiente que muito lembra Blade Runner, não só a equipe policial encarregada em exterminar os descendentes não registrados, mas todo o cenário, como os carros voadores, as cidades com prédios acima das nuvens e a parte do solo com seus habitantes tentando sobreviver a mingua.

Se você vive em um mundo onde poucas pessoas estão morrendo, e a maioria vive por centenas de anos, qualquer recém-nascido que cresça e se torne adulto se tornará imortal, o que significa que a população nunca diminuirá. Se a população nunca diminuir, isso acabará por levar a um mundo invadido, onde todos viverão empobrecidos devido à falta de recursos.

Ao escolher tornar ilegal para qualquer pessoa ter filhos, deixa décadas, senão séculos, para perseguir seus desejos mundanos, como Alice, companheira do detetive Briggs, que passou 20 anos aperfeiçoando o solo de uma Ópera.

O detetive Briggs, um policial encarregado de fiscalizar o controle da população, enfrenta uma crise de consciência quando é chamado para destruir “descendentes não registrados”.

Ao executar os descendentes não registrados, um dinossauro de pelúcia de uma das crianças passou a assombrar a consciência do detetive Briggs.

Para piorar, Briggs descobre que sua companheira Alice tinha um dinossauro parecido com o de uma das crianças. Briggs passou a rastrear a origem do bicho de pelúcia levando-o até uma loja que vendia brinquedos infantis como colecionáveis ​​e testemunhou uma mulher comprando um trem de 200 anos, mas devido ao quão desconfortável ela estava na frente dele, o levou a suspeitar de sua compra.


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Seguindo a mulher até sua casa, Briggs descobre que ela mora em uma casa em ruínas, um tanto escondida entre as ruínas das partes abandonadas da cidade. É aqui que o instinto de Briggs estava correto e que a mulher, Eva, tem uma filha chamada Melanie.

Eve explica a Briggs que viver mais de 200 anos a deixou com a sensação de ter visto muito, mas sua filha, que vivencia tudo como algo novo, deu-lhe um novo sopro de vida. Ela acusa Briggs de ter olhos mortos, ao contrário dos olhos cheios de vida e admiração de Melanie. Quando Melanie tenta brincar com Briggs, ele instintivamente reage puxando sua arma, quase executando o par ali mesmo, mas os apelos de Eve a Briggs funcionam enquanto ele se afasta.

Ao sair da casa de Eve, Briggs percebe o policial Pentle caminhando até a casa. Mas com os gritos de Melanie ouvidos ao fundo, ao se afastar Briggs infringiu a lei. Os dois se enfrentam por um breve momento antes de atirarem mortalmente um no outro.

Briggs, com um tiro no peito, sai na chuva, passando pelo corpo moribundo do oficial Pentle, e em seus últimos momentos sente a chuva em sua pele, sentindo-se verdadeiramente vivo uma última vez antes de sucumbir aos ferimentos.

Por que Briggs deixou Melanie viver?
Não está claro a idade de Briggs, mas pode-se presumir que ele tem séculos de idade como Eva. Naquela época, Briggs provavelmente matou um número indescritível de crianças e, embora ele possa ter ficado insensível ao trabalho por algum tempo, isso teve um impacto claro no detetive a ponto de lhe causar um crise em seus atos como policial da divisão de extermínio em que atuava.

Na pequena quantidade de tempo que Briggs passou com Melanie e Eve, ele mostrou ter algum nível de humanidade sobrando enquanto observa Melanie jogar, até mesmo sorrindo enquanto ela o faz.

Embora nem todo mundo escolha ter filhos ou até mesmo desejá-los, como espécie os humanos são biologicamente programados com a necessidade de acasalar e produzir descendentes para garantir a sobrevivência de nossa raça. Neste mundo, a introdução da imortalidade destruiu muito do que significa ser humano, especialmente destruindo a oportunidade de alguém se tornar pai.

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