Em 1966, o enigmático caso das Máscaras de Chumbo chocou o Brasil: dois homens foram encontrados mortos no Morro do Vintém, Rio de Janeiro, usando máscaras de chumbo e com um bilhete misterioso. Este evento, repleto de perguntas sem respostas e teorias que vão de experimentos eletrônicos a rituais espirituais, serve como ponto de partida para a intrigante narrativa do livro “Protocolo Tesla”, de Leonardo Born.
Sinopse de Protocolo Tesla
Um experimento secreto. Um pai desaparecido. Uma corrida contra o tempo que pode redefinir a realidade.
Em 20 de julho de 2020, no aniversário de 12 anos de Téo — e exatamente 51 anos após o primeiro homem pisar na Lua — um presente inesperado muda tudo. Dentro de uma caixa misteriosa estão uma máscara de chumbo, toalhas, garrafas de água e um bilhete enigmático. Mas o que realmente abala Téo é a carta escrita por seu pai, desaparecido há dois anos.
Segundo a mensagem, ele tem apenas sete dias para encontrá-lo… ou o mundo como conhecemos pode desmoronar.
Acompanhado por um físico indiano e um policial obstinado, Téo embarca em uma jornada alucinante que parte de São Paulo rumo à selva amazônica. No caminho, precisa escapar de um assassino russo impiedoso e decifrar pistas que envolvem ciência de ponta, conspirações internacionais e uma estrutura esquecida: a misteriosa Torre de Tesla.
Paralelamente, uma professora de astrofísica é convocada pelo governo brasileiro para lidar com um experimento fora do comum – e perigosamente próximo da verdade.
“Protocolo Tesla” é um thriller de ficção científica eletrizante, perfeito para fãs de Blake Crouch, James Rollins e Michael Crichton. Prepare-se para uma história sobre ciência extrema, conspiração global e os limites do real.
Protocolo Tesla
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Quem é Leonardo Born?
instagram.com/leonardo_born
Leonardo Born escreve thrillers de ficção científica com profundidade emocional, mistérios envolventes e tramas que exploram realidades paralelas, neurociência e vida após a morte.
Nascido e morador de São Paulo, é formado em Publicidade e Propaganda. Desde a infância, é apaixonado por histórias de arqueologia, teorias da conspiração, mistério e ficção especulativa — o que inspira suas narrativas.
É autor do best-seller independente O Enigma da Bíblia – A Tormenta (mais de 3.000 exemplares vendidos) e vencedor do Prêmio OFF FLIP de Literatura, com o infantojuvenil Os Doze – Lendas Nunca Morrem. Também publicou o guia prático Escreva com IA, voltado para escritores e criadores.
Sua obra mais recente, Protocolo Tesla, combina thriller, conspirações governamentais, ficção científica e a relação entre pai e filho. Uma trama intensa e provocadora.
Leonardo continua escrevendo histórias que cruzam os limites da realidade, da ciência e do sobrenatural. Siga o autor para acompanhar seus próximos lançamentos.
O Mistério das Máscaras de Chumbo
O caso das Máscaras de Chumbo refere-se às mortes não solucionadas de Manoel Pereira da Cruz e Miguel José Viana, dois técnicos em eletrônica brasileiros. Seus corpos foram encontrados em 20 de agosto de 1966, no Morro do Vintém, Niterói, Rio de Janeiro, por um jovem que empinava pipa.
O Mistério das Máscaras de Chumbo: Reconstituição dos Fatos
Os homens partiram de Campos dos Goytacazes em 17 de agosto de 1966, supostamente para comprar materiais de trabalho em São Paulo. Chegaram em Niterói por volta das 14h30, onde compraram uma capa impermeável e uma garrafa d’água. Miguel José Viana parecia nervoso, como se tivesse um compromisso. Quatro dias depois, seus corpos foram encontrados.
Descoberta dos Corpos
Jorge da Costa Alves, um jovem de 18 anos, descobriu os corpos. Eles estavam vestidos com ternos, capas impermeáveis e máscaras de chumbo em formato de óculos. Não havia sinais de violência nos corpos ou na área. Próximo aos cadáveres, foram encontrados uma garrafa de água vazia, um pacote com duas toalhas, passagens de ônibus e um bilhete com a caligrafia de Miguel José Viana, que dizia:
- 16:30 Hs. está local determinado.
- 18:30 Hs. ingerir cápsula após efeito, proteger metais aguardar sinal máscara.
O laudo do Instituto Médico Legal, emitido dois meses após a descoberta, não conseguiu determinar a causa das mortes devido ao avançado estado de decomposição dos corpos, o que impossibilitou um exame toxicológico. A polícia arquivou o caso após três anos sem solução.
Teorias sobre O Mistério das Máscaras de Chumbo
Encontro com Seres Extraterrestres
Uma das teorias mais difundidas, impulsionada por relatos na revista “O Cruzeiro”, sugere um encontro com seres extraterrestres. Uma senhora e seus filhos afirmaram ter visto um “grande disco voador” sobrevoando o morro no dia e horário aproximado das mortes. O objeto era descrito como “bem grande, arredondado, tons de laranja e com um círculo vermelho brilhante em toda sua volta”.
Essa teoria sugere que as máscaras de chumbo seriam para proteção contra fortes raios luminosos de origem extraterrestre. No entanto, mesmo dentro dessa teoria, a morte por overdose de drogas também é considerada. Élcio Correia Gomes, amigo das vítimas, mencionou que Miguel e Manoel faziam parte de um grupo “científico-espiritualista” e que publicações sobre esoterismo foram encontradas em suas casas. A polícia chegou a considerar a hipótese de uma “experiência parapsicológica mal-sucedida”.
Outras Teorias e Desdobramentos
Além da teoria extraterrestre, outras hipóteses surgiram para tentar explicar o mistério. Uma delas sugere que os homens estariam envolvidos na venda ilegal de material radioativo e teriam sido mortos por compradores insatisfeitos. No entanto, exames realizados nos corpos não detectaram a presença de material radioativo.
Outra teoria, considerada a mais aceita por alguns, é a de que Manoel e Miguel eram membros de uma seita religioso-espiritualista e estavam envolvidos em experimentos com drogas psicodélicas. Essa hipótese ganha força devido ao bilhete encontrado e ao contexto da década de 1960, período em que o uso recreativo dessas substâncias era mais comum. Acredita-se que eles poderiam ter tido uma overdose durante um ritual. O Padre Quevedo, conhecido por desvendar casos paranormais, também sugeriu que a dupla foi vítima de um ritual de ocultismo, baseando-se nas máscaras de chumbo, que seriam usadas em alguns tipos de seitas.
O caso foi oficialmente arquivado pela Justiça brasileira dois anos após a exumação dos corpos em 1967, permanecendo até hoje como um dos maiores mistérios não solucionados do Brasil.