Supergirl: roteiro de Sasha Calle não teve nada aproveitado na versão de Milly Alcock

Supergirl: roteiro de Sasha Calle não teve nada aproveitado na versão de Milly Alcock
Redação Café com Nerd
20 mins de leitura

Quando Sasha Calle apareceu como Supergirl em The Flash, muitos fãs acreditaram que aquela seria apenas a primeira de várias aparições da heroína no então Universo Estendido da DC. A atuação da atriz conquistou boa parte do público, principalmente por apresentar uma versão mais intensa, traumatizada e poderosa de Kara Zor-El.

No entanto, a profunda reformulação da DC acabou mudando completamente os planos do estúdio. Com a chegada de James Gunn e Peter Safran ao comando da DC Studios, diversos projetos foram cancelados, incluindo o longa que seria estrelado por Sasha Calle.



Agora, a roteirista Ana Nogueira revelou novos detalhes sobre esse projeto que nunca saiu do papel. Segundo ela, o roteiro desenvolvido para Sasha era praticamente um filme totalmente diferente daquele que veremos com Milly Alcock em Supergirl: Woman of Tomorrow. A revelação despertou ainda mais curiosidade dos fãs sobre o que poderia ter sido uma nova fase da heroína nos cinemas.

Embora o futuro da personagem agora esteja nas mãos de Milly Alcock dentro do novo DCU, as declarações da roteirista reacenderam o debate: será que o público perdeu uma excelente oportunidade de conhecer outra versão da Supergirl?


Breve resumo

Sim. A roteirista Ana Nogueira confirmou que o filme desenvolvido para Sasha Calle era completamente diferente da produção estrelada por Milly Alcock. O roteiro foi escrito durante o antigo DCEU e acabou sendo descartado após a criação do novo Universo DC comandado por James Gunn e Peter Safran.


Principais Informações

  • O filme de Sasha Calle chegou a entrar em desenvolvimento.
  • Ana Nogueira escreveu um roteiro exclusivo para a atriz.
  • Nenhum elemento importante foi aproveitado na nova versão.
  • O novo filme acompanha outra proposta baseada na HQ Supergirl: Woman of Tomorrow.
  • Milly Alcock será a nova Supergirl do DCU.
  • O cancelamento aconteceu durante a reformulação completa da DC Studios.

Índice


Por que o filme de Sasha Calle foi cancelado?

Para entender por que esse projeto nunca aconteceu, é preciso voltar alguns anos. Quando The Flash entrou em produção, a antiga administração da Warner Bros. ainda pretendia expandir o chamado DCEU com diversos personagens já conhecidos do público.



Nesse cenário, Sasha Calle foi escalada para interpretar Kara Zor-El. Sua participação no longa acabou chamando bastante atenção por apresentar uma Supergirl muito diferente daquela vista nas animações e nos quadrinhos mais tradicionais.

Em vez de surgir como uma heroína otimista, ela era apresentada como uma sobrevivente marcada por anos de aprisionamento. Seu visual, sua personalidade e até mesmo sua relação com os humanos seguiam um caminho muito mais sombrio.

Mesmo com a recepção extremamente dividida de The Flash, muitos espectadores elogiaram justamente a atuação de Sasha Calle. Nas redes sociais, diversos fãs passaram a pedir que a atriz retornasse em novos filmes da DC.

Na época, tudo indicava que isso realmente poderia acontecer. Um filme solo chegou a entrar nos planos do estúdio, e Ana Nogueira foi contratada para desenvolver a história.

Entretanto, toda essa estratégia mudou completamente quando a Warner decidiu reiniciar seu universo cinematográfico.

Com James Gunn e Peter Safran assumindo a liderança da DC Studios, praticamente todos os projetos ligados ao antigo DCEU foram reavaliados. Alguns foram cancelados imediatamente. Outros passaram por mudanças profundas. O longa protagonizado por Sasha Calle acabou ficando entre as produções descartadas.


Ana Nogueira confirma que eram filmes completamente diferentes

Durante uma entrevista recente, Ana Nogueira comentou pela primeira vez sobre o roteiro desenvolvido para Sasha Calle.

Segundo a escritora, existe uma curiosidade que muitos fãs talvez não imaginassem: praticamente nada do projeto anterior foi aproveitado na nova produção.

Ela explicou que os dois filmes nasceram em contextos completamente diferentes.

O primeiro fazia parte do antigo universo compartilhado da DC, enquanto o segundo já foi concebido desde o início para integrar o novo DCU criado por James Gunn.

Essa mudança alterou praticamente tudo: a história, o tom da narrativa, o desenvolvimento da protagonista e até mesmo os personagens que fariam parte da aventura.

A roteirista resumiu a situação afirmando que os dois projetos “não poderiam ser mais diferentes”.

Essa declaração acabou surpreendendo muitos fãs, que imaginavam que parte do roteiro original pudesse ter servido de base para o novo longa estrelado por Milly Alcock.

Na prática, isso significa que o público jamais conhecerá a versão de Supergirl imaginada para Sasha Calle, já que aquele projeto foi encerrado antes mesmo de entrar oficialmente em produção.


Muito mais do que trocar a atriz: mudou toda a visão da personagem

Quando muitos fãs ouviram que Milly Alcock substituiria Sasha Calle, imaginaram que apenas uma nova atriz assumiria o uniforme da heroína.

As recentes declarações de Ana Nogueira mostram que a mudança foi muito maior do que isso.

O próprio conceito da personagem mudou completamente.

Enquanto Sasha fazia parte de uma continuidade que nasceu com Man of Steel, Batman v Superman e Liga da Justiça, Milly Alcock chega em um universo totalmente novo, construído desde o início sob outra direção criativa.

O novo filme também utiliza como principal inspiração a premiada HQ Supergirl: Woman of Tomorrow, considerada uma das histórias mais elogiadas da heroína nos últimos anos. Isso significa que o público verá uma Kara Zor-El bastante diferente daquela apresentada em The Flash.


Como seria o filme cancelado de Sasha Calle?

Como seria o filme cancelado de Sasha Calle como Supergirl?

Embora Ana Nogueira tenha confirmado que o roteiro escrito para Sasha Calle era completamente diferente da nova produção estrelada por Milly Alcock, ela optou por não revelar detalhes da trama. A decisão faz sentido, já que o projeto nunca foi oficialmente anunciado em sua forma definitiva e permaneceu em estágio de desenvolvimento antes de ser arquivado pela DC Studios.

Mesmo assim, algumas pistas permitem imaginar qual era a direção pretendida para aquele longa. Como a personagem foi apresentada em The Flash, o roteiro naturalmente precisaria dar continuidade aos acontecimentos do filme, explorando as consequências da libertação de Kara Zor-El e sua adaptação a um planeta que ela praticamente não conhecia.

Diferentemente do Superman, que cresceu na Terra cercado pelo carinho dos Kent, a Supergirl de Sasha Calle passou anos aprisionada em uma instalação militar. Essa experiência moldou completamente sua personalidade. Sua primeira reação ao ser libertada não foi agir como uma heroína tradicional, mas tentar compreender quem era e qual era seu lugar naquele mundo.

Essa abordagem oferecia inúmeras possibilidades narrativas. O filme poderia mostrar uma protagonista aprendendo a confiar novamente nas pessoas, enfrentando traumas do passado e descobrindo o verdadeiro significado do símbolo da Casa de El.

Era uma jornada mais intimista, focada no crescimento da personagem, algo bastante diferente das aventuras espaciais normalmente associadas à Supergirl nos quadrinhos.

Naturalmente, tudo isso permanece no campo das possibilidades. Como o roteiro nunca foi divulgado, seria incorreto afirmar quais personagens apareceriam, quem seria o vilão ou qual seria o conflito principal. O próprio estúdio jamais confirmou essas informações.

O que se sabe oficialmente é que Ana Nogueira trabalhou em uma história pensada especificamente para Sasha Calle, levando em consideração a versão apresentada em The Flash. Quando o antigo universo compartilhado foi encerrado, esse material também deixou de fazer sentido dentro da nova estratégia da DC.


Por que a DC decidiu reiniciar tudo?

O cancelamento do filme de Sasha Calle não aconteceu por causa da atriz ou da qualidade do roteiro. Na verdade, ele foi consequência direta da maior reformulação da história recente da DC nos cinemas.

Durante mais de uma década, o antigo DCEU enfrentou dificuldades para manter uma direção criativa consistente. Mudanças constantes de executivos, alterações de planejamento e resultados irregulares nas bilheterias acabaram tornando o universo cinematográfico cada vez mais fragmentado.

Enquanto alguns filmes conquistavam boa recepção do público, outros encontravam dificuldades para justificar sua continuidade. Isso criou um cenário em que diversos personagens importantes tinham futuro incerto.

Foi nesse contexto que James Gunn e Peter Safran assumiram a liderança da recém-criada DC Studios.

A missão da dupla era clara: criar um universo compartilhado totalmente planejado desde o início, evitando os problemas enfrentados pela antiga administração.

Em vez de tentar corrigir uma cronologia cada vez mais complicada, a decisão foi começar praticamente do zero.

Essa estratégia afetou praticamente todos os projetos em desenvolvimento. Alguns atores permaneceram em seus papéis, enquanto outros acabaram substituídos para atender à nova proposta narrativa.

No caso da Supergirl, a decisão foi construir uma nova origem conectada diretamente ao planejamento do novo DCU, sem qualquer obrigação de manter continuidade com os acontecimentos de The Flash.


O novo DCU começa com outra filosofia

Desde que apresentou oficialmente o primeiro capítulo do novo universo, James Gunn deixou claro que pretende desenvolver histórias mais conectadas entre si.

Em vez de lançar filmes isolados que eventualmente se encontram, a ideia é criar uma continuidade planejada envolvendo cinema, séries de televisão, animações e até videogames.

Dentro desse planejamento, cada personagem passa a ocupar um espaço específico na cronologia do novo DCU.

Isso explica por que praticamente nenhum elemento do antigo roteiro de Sasha Calle poderia ser reutilizado. Não se tratava apenas de trocar uma atriz, mas de reconstruir toda a base narrativa da personagem.

Segundo Ana Nogueira, escrever o novo filme significou começar literalmente do zero.

A roteirista aproveitou a oportunidade para desenvolver uma Supergirl inspirada diretamente na premiada HQ Supergirl: Woman of Tomorrow, publicada originalmente em 2021 e considerada uma das melhores histórias recentes da personagem.

Essa obra apresenta uma Kara Zor-El muito mais experiente, emocionalmente complexa e marcada pelas dificuldades de ser uma sobrevivente de Krypton.

Ao contrário da imagem clássica da “prima do Superman”, essa versão ganha protagonismo próprio e embarca em uma jornada espacial repleta de desafios morais, perdas e amadurecimento.


O sucesso dos quadrinhos influenciou diretamente o novo filme

A escolha de adaptar Supergirl: Woman of Tomorrow não aconteceu por acaso.

A HQ escrita por Tom King conquistou enorme reconhecimento entre leitores e críticos por apresentar uma abordagem completamente diferente da heroína.

Em vez de repetir histórias tradicionais, a narrativa acompanha Kara em uma aventura pelo espaço ao lado da jovem Ruthye Marye Knoll, que busca vingança contra o responsável pela morte de seu pai.

Ao longo da jornada, Supergirl precisa enfrentar não apenas inimigos perigosos, mas também seus próprios conflitos internos.

É justamente essa profundidade emocional que chamou a atenção de James Gunn durante o planejamento do novo DCU.

O diretor já declarou anteriormente que considera essa uma das melhores histórias da personagem já publicadas nos quadrinhos, motivo pelo qual decidiu utilizá-la como inspiração para o novo longa.





Isso representa uma mudança significativa em relação ao projeto estrelado por Sasha Calle, que inevitavelmente precisaria seguir os acontecimentos estabelecidos pelo antigo universo cinematográfico.

Em outras palavras, mesmo que Sasha continuasse no papel, dificilmente aquele filme teria a mesma estrutura narrativa da adaptação que chegará aos cinemas com Milly Alcock.


As expectativas para Milly Alcock são enormes

Depois de conquistar reconhecimento internacional em House of the Dragon, Milly Alcock assumiu uma enorme responsabilidade ao aceitar interpretar uma das personagens mais importantes da DC.

A expectativa em torno de sua atuação aumentou ainda mais depois que James Gunn confirmou que a atriz representará uma Supergirl bastante diferente daquela vista em versões anteriores.

Segundo o cineasta, Kara terá uma personalidade moldada por experiências extremamente difíceis, refletindo muito mais a trajetória apresentada nos quadrinhos de Woman of Tomorrow do que adaptações anteriores da personagem.

Isso significa que o público pode esperar uma heroína forte, determinada e emocionalmente marcada pelos acontecimentos de sua infância em Krypton.

Embora ainda existam poucos detalhes oficiais sobre o longa, a escolha da HQ como base indica uma produção com forte carga dramática, sem abrir mão das grandes aventuras espaciais características da DC Comics.

Ao mesmo tempo, muitos fãs continuam curiosos para descobrir como seria a interpretação de Sasha Calle caso seu filme realmente tivesse sido produzido.


O carinho dos fãs por Sasha Calle continua vivo

Mesmo após o encerramento do antigo Universo Estendido da DC, uma coisa permaneceu praticamente inalterada: o carinho de boa parte dos fãs por Sasha Calle.

Embora The Flash tenha dividido opiniões por diversos motivos, a interpretação da atriz como Kara Zor-El acabou sendo um dos pontos mais elogiados do filme. Nas redes sociais, inúmeras mensagens destacavam sua presença em cena, a intensidade emocional da personagem e a forma como conseguiu transmitir o sofrimento de alguém que perdeu praticamente tudo.

Esse reconhecimento acabou gerando um movimento espontâneo entre os admiradores da DC. Muitos passaram a defender que Sasha tivesse uma nova oportunidade no papel, independentemente das mudanças promovidas pelo estúdio.

Esse tipo de reação não é incomum no universo dos super-heróis. Ao longo dos anos, diversos atores conquistaram uma base fiel de fãs mesmo participando de produções que não alcançaram o sucesso esperado nas bilheterias.

No caso de Sasha Calle, o consenso entre muitos espectadores era de que seu desempenho merecia ser explorado em uma história própria, com mais tempo para desenvolver a personalidade da heroína.

Infelizmente, a reformulação completa da DC Studios acabou tornando essa possibilidade bastante improvável, já que o novo universo seguirá uma continuidade totalmente diferente.


Uma Supergirl que deixou sua marca mesmo com pouco tempo em cena

Interpretar um personagem icônico durante apenas um filme costuma ser um desafio enorme para qualquer ator. Ainda assim, Sasha Calle conseguiu criar uma identidade própria para sua versão da Supergirl.

Sua Kara Zor-El não era uma simples adaptação da personagem tradicional dos quadrinhos. Ela carregava cicatrizes físicas e emocionais que influenciavam diretamente suas decisões.

Seu primeiro contato com Barry Allen e Batman acontecia em circunstâncias extremamente delicadas. Após anos de aprisionamento, confiar em outras pessoas não era algo natural.

Esse passado tornou sua Supergirl mais silenciosa, intensa e imprevisível, características que despertaram curiosidade sobre como essa personalidade evoluiria em um eventual filme solo.

Era justamente essa evolução que muitos esperavam acompanhar no projeto escrito por Ana Nogueira.

Com mais tempo de tela, haveria espaço para aprofundar temas como identidade, pertencimento, reconstrução emocional e a difícil missão de carregar o legado da Casa de El.

Essas possibilidades permanecerão apenas na imaginação dos fãs, já que o roteiro nunca entrou oficialmente em produção.


O novo filme não apaga a importância da antiga versão

A chegada de Milly Alcock representa o início de uma nova fase para a Supergirl nos cinemas, mas isso não significa que a interpretação de Sasha Calle deva ser esquecida.

Na história dos filmes baseados em quadrinhos, é comum que diferentes atores assumam um mesmo personagem ao longo dos anos. Batman, Superman e Homem-Aranha são exemplos claros de como novas interpretações podem coexistir sem diminuir o trabalho realizado anteriormente.

O mesmo pode acontecer com a Supergirl.

Cada atriz representa um momento diferente da DC nos cinemas.

Sasha Calle ficará marcada como a primeira atriz latina a interpretar a heroína em um filme live-action, um feito importante para a representatividade dentro do gênero de super-heróis.

Já Milly Alcock terá a responsabilidade de apresentar a personagem para uma nova geração de espectadores dentro do universo planejado por James Gunn.

As duas interpretações não precisam competir entre si. Pelo contrário, elas refletem propostas criativas completamente distintas, desenvolvidas em contextos diferentes da história da DC Studios.


O futuro da Supergirl no DCU

Com o lançamento de Supergirl: Woman of Tomorrow, a expectativa é que Kara Zor-El passe a ocupar um papel importante na construção do novo universo compartilhado.

A personagem deverá interagir com outros heróis apresentados nos próximos anos, fortalecendo a estratégia da DC Studios de criar uma narrativa contínua entre filmes e séries.

Esse planejamento é justamente um dos motivos pelos quais James Gunn optou por iniciar uma nova cronologia.

Ao estabelecer regras claras desde o começo, o estúdio espera evitar as inconsistências que marcaram boa parte do antigo DCEU.

Para Milly Alcock, isso significa a oportunidade de desenvolver sua personagem ao longo de vários projetos, permitindo que o público acompanhe sua evolução de maneira mais consistente.

Já para Sasha Calle, permanece o reconhecimento de ter apresentado uma versão memorável da heroína em um momento de grandes transformações para a DC.


Opinião do Café com Nerd Oficial

Independentemente da qualidade que Supergirl: Woman of Tomorrow venha a apresentar, existe uma sensação difícil de ignorar: seria muito interessante conhecer o filme que Ana Nogueira escreveu para Sasha Calle.

As declarações recentes da roteirista deixam claro que aquele projeto possuía identidade própria e não era apenas uma versão inicial do longa estrelado por Milly Alcock. Isso aumenta ainda mais a curiosidade sobre as ideias que nunca chegaram às telas.

Na visão da equipe do Café com Nerd Oficial, Sasha Calle entregou uma interpretação bastante convincente em The Flash. Mesmo aparecendo durante um tempo relativamente curto, conseguiu transmitir força, vulnerabilidade e humanidade para uma personagem que enfrentou circunstâncias extremamente traumáticas.

Naturalmente, entendemos os motivos que levaram James Gunn e Peter Safran a reiniciarem o universo da DC, apesar de não concordar. Construir uma nova cronologia desde o começo oferece mais liberdade criativa e facilita o planejamento de longo prazo.

No entanto, isso não impede que reconheçamos o potencial que existia naquela versão da Supergirl.

Gostaríamos muito de ver Sasha Calle retornar ao papel em algum projeto futuro. Talvez isso aconteça em uma produção especial, em um evento envolvendo múltiplos universos ou até mesmo em uma participação que homenageie diferentes fases da personagem.

Embora essa possibilidade pareça distante neste momento, o universo das adaptações de quadrinhos já mostrou inúmeras vezes que surpresas podem acontecer quando menos se espera.

Independentemente do caminho escolhido pela DC Studios, acreditamos que Sasha Calle deixou uma marca importante na história da Supergirl e merece ser lembrada por sua contribuição para a personagem.

Agora resta torcer para que Milly Alcock também consiga conquistar o público e escrever um novo capítulo memorável na trajetória da heroína, ampliando ainda mais o legado de Kara Zor-El nos cinemas.


Perguntas Frequentes

Por que o filme de Sasha Calle como Supergirl foi cancelado?

O projeto foi cancelado após a criação da DC Studios e o reinício completo do universo cinematográfico comandado por James Gunn e Peter Safran. Como o roteiro fazia parte da continuidade do antigo DCEU, ele deixou de se encaixar nos novos planos do estúdio.

O roteiro de Sasha Calle foi aproveitado no filme de Milly Alcock?

Não. A própria roteirista Ana Nogueira afirmou que os dois projetos eram completamente diferentes e que praticamente nada foi reaproveitado para o novo longa.

Quem será a nova Supergirl da DC?

Milly Alcock interpretará Kara Zor-El em Supergirl: Woman of Tomorrow, filme que integra oficialmente o novo Universo DC idealizado por James Gunn.

Sasha Calle poderá voltar como Supergirl?

Até o momento, não existe qualquer confirmação oficial sobre um possível retorno da atriz. No entanto, como adaptações de quadrinhos frequentemente exploram conceitos como multiverso, muitos fãs ainda mantêm esperança de revê-la interpretando a personagem.

Qual quadrinho inspira o novo filme?

O longa estrelado por Milly Alcock é inspirado na aclamada HQ Supergirl: Woman of Tomorrow, escrita por Tom King e ilustrada por Bilquis Evely, considerada uma das melhores histórias modernas da heroína.


Curiosidades

  • Sasha Calle foi a primeira atriz latina a interpretar Supergirl em um filme live-action.
  • Ana Nogueira escreveu tanto o roteiro descartado de Sasha Calle quanto o novo filme estrelado por Milly Alcock.
  • Supergirl: Woman of Tomorrow foi um dos primeiros projetos anunciados oficialmente por James Gunn para o novo DCU.
  • A HQ que inspira o novo longa recebeu elogios da crítica por apresentar uma versão mais madura e emocional da heroína.
  • A mudança de atriz aconteceu em razão da reformulação do universo cinematográfico e não por questões relacionadas ao desempenho de Sasha Calle.

Em Resumo

  • O filme solo de Sasha Calle chegou a ser desenvolvido para o antigo DCEU.
  • Ana Nogueira confirmou que aquele roteiro era totalmente diferente do atual.
  • O projeto foi cancelado após a criação da DC Studios.
  • Milly Alcock será a nova Supergirl do universo comandado por James Gunn.
  • O novo longa adapta elementos da HQ Supergirl: Woman of Tomorrow.
  • Sasha Calle continua sendo lembrada com carinho por grande parte dos fãs.
  • Na opinião da equipe do Café com Nerd Oficial, a atriz merece uma nova oportunidade de interpretar a heroína em algum projeto futuro.

Conclusão

As recentes declarações de Ana Nogueira revelaram um detalhe que muitos fãs desconheciam: o filme estrelado por Sasha Calle jamais foi uma versão inicial da produção que veremos com Milly Alcock. Na realidade, tratava-se de um projeto completamente diferente, concebido para um universo cinematográfico que acabou sendo encerrado antes mesmo de sua expansão.

Essa revelação ajuda a compreender por que praticamente nenhum elemento foi reaproveitado no novo longa. A decisão da DC Studios não envolveu apenas uma troca de elenco, mas uma reconstrução completa de sua narrativa, de seus personagens e de seus objetivos para os próximos anos.

Ao mesmo tempo, fica impossível não imaginar como seria acompanhar Sasha Calle em uma história desenvolvida especialmente para sua versão da Supergirl. Sua breve participação em The Flash demonstrou potencial suficiente para despertar o interesse de milhares de fãs ao redor do mundo, tornando o cancelamento do projeto uma das maiores curiosidades da história recente da DC.

Agora, todas as atenções se voltam para Milly Alcock e para Supergirl: Woman of Tomorrow, filme que terá a missão de consolidar Kara Zor-El como uma das protagonistas do novo Universo DC. Se a produção conseguir traduzir para as telas a qualidade da obra de Tom King, os fãs poderão acompanhar uma das versões mais marcantes da personagem já vistas no cinema.

E, quem sabe, no futuro o multiverso abra espaço para que diferentes interpretações coexistam. Afinal, quando o assunto é super-heróis, poucas possibilidades podem ser consideradas impossíveis.


Entidades Relacionadas

  • Supergirl
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